1994 – Texto de Marcus de Lontra Costa na apresentação do catálogo da exposição individual no Museu de Arte Moderna, RJ, de 30 de novembro de 1994 a 23 de janeiro de 1995

1994 – Exposição Individual no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro
1994 – Exposição Individual no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro
1994 – Exposição Individual no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro

“O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro sente-se honrado em poder receber a mostra de esculturas de Evandro Carneiro. Trata-se de um conjunto de peças de grande valor; dentro dos postulados que regem o movimento modernista, as esculturas de Evandro Carneiro acentuam a tradição brasileira de valorização das curvas sensuais que se fazem presente nas pinturas de Tarsila e Di Cavalcanti, na arquitetura de Niemeyer e principalmente no corpo das mulheres à beira-mar. Em Evandro, a escultura é um instrumento de busca da Beleza. A sofisticação de seu processo construtivo e a sensualidade de suas formas fazem da obra de arte um encantamento pela criação e um canto de amor à vida. A presença dessas obras no belo prédio projetado por Afonso Eduardo Reidy e rodeadas pelos jardins magníficos de Burle Marx é um preciso exemplo de integração entre as artes sob a égide do modernismo. Mais que em qualquer outro lugar, estou certo de que as esculturas de Evandro Carneiro expostas no MAM estão em casa, entre amigos.
É com grande satisfação que nos associamos uma vez mais ao Banco CINDAM, jovem e dinâmica instituição carioca, na produção de um evento de grande ressonância para a arte e a cultura de nosso país.”